Deficientes auditivos X surdos: qual a diferença de um para o outro?

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Existe diferença entre deficientes auditivos e surdos? É importante fazer a diferenciação entre eles e também saber sobre os diferentes níveis de surdez de uma pessoa. Com isso, as empresas entendem como lidar da melhor forma com um candidato a uma vaga de emprego e, também, como conduzir a comunicação com esses indivíduos.

Os dois termos não devem ser considerados sinônimos, até porque cada um deles apresenta concepções distintas. Por isso mesmo e entendendo o grau da deficiência auditiva, é possível ter um tratamento mais adequado de acordo com a condição de cada pessoa.

Continue a leitura e confira algumas curiosidades que separei sobre o tema!

Qual a importância de saber diferenciar deficientes auditivos de surdos?

Distinguir as nomenclaturas e ficar por dentro do universo da surdez é fundamental para fazer um bom acolhimento de colaboradores deficientes auditivos ou surdos. Isso porque existem diferentes níveis e graus de surdez, e compreendê-los torna possível ter um melhor tratamento com cada indivíduo.

Sendo assim, o colaborador se sente mais à vontade para lidar com os colegas e com os processos na empresa, uma vez que falhas na comunicação podem causar mal-estar e uma má interpretação no que se pretende expressar.

Quais são as principais diferenças entre surdos e deficientes auditivos?

Os deficientes auditivos (DA) geralmente escutam com o auxílio de aparelhos auditivos ou implantados na cóclea e se utilizam, também, da leitura labial para entender o que se está sendo falado. Já os surdos não escutam e utilizam, principalmente, a Libras para se comunicar.

Existem diversas vantagens em fazer a leitura labial, porém o indivíduo pode optar também por usar Libras devido ao fato de que é muito cansativo concentrar a atenção nos lábios por um longo período. E sem contar que é mais fácil perder informações, principalmente se várias pessoas falam ao mesmo tempo, dificultando a concentração da leitura de lábios.

O que diferencia um DA de um surdo pode ter haver também com os tipos de surdez, que por exemplo, podem ser total, parcial, congênita, adquirida, entre outros. Assim, a gravidade da deficiência auditiva é categorizada por meio da altura do volume sonoro em que ocorre a detecção do som.

Como lidar com deficientes auditivos e surdos no ambiente de trabalho?

No ambiente de trabalho, é preciso que os gestores tenham estratégias para incluir os deficientes auditivos e surdos ao restante da equipe. Confira, a seguir, algumas dicas que separei para fazer isso da melhor forma.

Melhorar a comunicação com Libras

Libras é a língua oficial dos surdos e reúne uma série de características específicas e regras gramaticais. Portanto, ter conhecimento de Libras pode auxiliar os gestores a melhorarem e aperfeiçoarem cada vez mais a comunicação dentro da empresa.

Envolver tecnologia

Atualmente, existem inúmeras tecnologias acessíveis e a favor dos surdos que contribuem para melhorar a interação com o restante da sociedade. Por meio de aplicativos, como a SignumWeb por exemplo, a comunicação é facilitada, fazendo com que as informações sejam transmitidas de maneira clara.

Falar de frente e articuladamente

Outra dica é, sempre que possível, falar de frente e de forma articulada, principalmente se a pessoa for DA. Isso porque, como foi dito acima, muitos surdos se utilizam da leitura labial para compreender o que está sendo dito. Portanto, não fale rápido demais e dê pequenas pausas para se certificar que a mensagem seja entendida.

Romper barreiras de acessibilidade comunicativa

No caso de um processo de recrutamento, por exemplo, é preciso quebrar as barreiras de acessibilidade comunicativa, impedindo que se perca um bom profissional. E também no dia a dia, onde será necessário estar em contato diretamente com a pessoa surda. Portanto, é papel dos gestores articularem boas maneiras para impulsionar a melhora da comunicação como um todo.

Entendendo as diferenciações de nomenclatura entre deficiente auditivo e surdo é possível ter uma abordagem muito mais adequada com cada pessoa. Isso é fundamental para que a comunicação no ambiente de trabalho seja cada vez mais fluida e dinâmica, evitando descuidos e, também, respeitando as diferenças.

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