Como criar uma política de comunicação interna para a inclusão de PCDs?

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Estabelecer uma política de comunicação interna é algo fundamental dentro de qualquer empresa que valoriza o diálogo como base para as relações laborais.

Por meio dessa política, a organização consegue instituir condutas de relacionamento com seus colaboradores e fornecedores, orientando todas as áreas da empresa para que gerem resultados mais frutíferos em suas atividades diárias.

Além disso, uma boa política de comunicação interna é capaz de abranger a inclusão de PCDs, de modo que haja orientações para que funcionários com deficiência e os demais funcionários consigam se comunicar e conviver sem tantas barreiras.

Saiba, neste artigo, como criar essa política para o seu negócio de modo a promover a inclusão de todos. Vamos lá?

Quais as vantagens de estabelecer uma política de comunicação interna?

São diversas as vantagens que uma boa comunicação interna pode trazer para a organização, independentemente de seu ramo de atuação. Entre elas, estão:

  • maior produtividade e engajamento dos funcionários: uma boa comunicação gera um sentimento de pertencimento, o que é essencial para que os colaboradores desempenhem suas atividades com eficiência e empenho;
  • menos informações desencontradas e boatos: você já ouviu o termo popular “rádio peão”? Pois é! Essa é aquela prática que alguns funcionários têm de espalhar fofocas, principalmente relacionadas a cortes de gastos, demissões, reestruturações de setores e tudo o que pode gerar “desespero” e apreensão. Com uma comunicação interna eficiente, isso pode ser enfraquecido, já que não haverá espaços para burburinhos e tudo será devidamente esclarecido com transparência e honestidade.
  • melhoramento da imagem da organização: quando a política de comunicação interna é eficiente, a imagem do negócio perante o público de interesse também evolui. Isso porque os funcionários que sentem que são valorizados tendem a espalhar notícias positivas sobre a empresa, melhorando sua reputação.

Como estabelecer uma comunicação de modo que a inclusão de PCDs seja promovida?

O primeiro passo é a promoção da empatia, explicando, por meio de palestras, reuniões ou comunicados internos, se existem colaboradores com deficiência e quais são elas.

Os diversos setores de uma empresa devem saber lidar com as diferenças e buscar soluções para que todos se comuniquem sem ruídos e interferências. Nessas ações de inclusão, a empresa precisa enfatizar que a comunicação com PCDs é um processo simples, desde que a empatia seja praticada e que as pessoas com deficiência sejam vistas para além de suas limitações.

No caso de deficientes visuais, por exemplo, é possível garantir a transmissão de mensagens por meio de áudio, braile ou letras maiores para aqueles que sofrem de baixa visão.

Para os surdos, a empresa poderá emitir um guia sobre como os demais colaboradores podem se comunicar com eles, ensinando o essencial de LIBRAS e dando dicas básicas, como manter o contato visual, promover a leitura labial, entre outras orientações que podem realmente fazer a diferença no ambiente de trabalho.

Além disso, quando houver reuniões, palestras ou eventos corporativos e a empresa não achar viável contratar um intérprete de Libras presencial, existem empresas no mercado que disponibilizam esse serviço por meio de videoconferência, promovendo a igualdade entre todos os funcionários, bem como maior autonomia e liberdade para as pessoas com deficiência auditiva.

Como visto, o estabelecimento de uma política de comunicação interna é um processo estratégico importantíssimo para qualquer negócio, especialmente se ele também promove a inclusão e a acessibilidade de PCDs.

Então, gostou do artigo? Entre em contato conosco para mais informações ou para tirar qualquer dúvida. Teremos o maior prazer em atendê-lo!

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